sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Descobir Serralves

Serralves é destaque por muitas coisas. Desta vez a minha atenção recaiu sobre um elemento do site muito simples, mas tão... que dizer: Lindo, educativo, original. Esta pequena animação interactiva, perfeitamente adequada à internet, serve de introdução aos mais pequenos, não só a Serralves mas ao mundo da arte em geral.

Vale a pena a visitar Serralves. Para os mais novos, mas não só. para mim também.


Textos, Ilustração e Design de Planeta Tangerina.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Mandarim

Tenho que dizer o seguinte em relação ao post anterior: Concordo com a análise, discordo das conclusões.

De facto o Inglês será cada vez mais o idioma universal que todos falarão pelo menos como segunda língua. O Mandarim poderá ter um grande número de falantes mas apenas num país - a China. E isso na minha opinião limita o crescimento desse idioma a todos os níveis.
Há certos campos onde uma língua poderá se impor melhor, como o Japonês nos negócios ou o Português no futebol. Mas são apenas nichos, nunca superarão as línguas francas. E mesmo em muitos nichos o Inglês tem muita força como no turismo, nos negócios, nas ciências, na cultura... enfim, de tudo um pouco.

Portanto, para além de alguns idiomas que são a língua franca regionalmente - Russo nos países eslavos, Alemão nos países de leste ou o Árabe na áfrica do norte - O inglês continuará a imperar por alguns séculos. Isso não mudará em quarenta anos. E na minha opinião, a língua que ganhará mais falantes num futuro próximo será mesmo o Espanhol.

Quanto ao Mandarim continuará a ser Chinês.

Inglês condenado a prazo

No mundo, o Mandarim ditará cartas; na Europa, voltam o Alemão e o Francês


Um dos resultados do actual boom chinês, segundo várias projecções: em 2050, o Inglês terá perdido, a favor do Mandarim, a sua posição hegemónica enquanto língua internacional. Um estudo do Laboratoire Européen d"Anticipation Politique (LEAP), responsável pelo site Europe 2020, confirma-lhe a decadência a prazo: dentro de uma geração, o Inglês estará reduzido à sua condição de língua veicular (língua internacional), cada vez mais pobre em vocabulário à medida que for diminuindo o número dos que o têm como idioma de origem. O LEAP frisa que isso já está a acontecer. Nos EUA, devido sobretudo ao crescimento demográfico da comunidade hispânica. Outras projecções: em 2025, o Espanhol será uma das línguas europeias internacionais, enquanto o Russo confirmará o seu lugar enquanto idioma veicular da Europa eslava.


O novo comissário europeu para o multilinguismo, Leonard Orban, chama a atenção para o seguinte: fruto de uma aposta das autoridades de Pequim, são também cada vez mais os chineses que estão a aprender línguas europeias, mas os europeus continuam, na sua grande maioria, a ignorar o Mandarim.

Por enquanto, na UE, o Inglês continua a ser a língua estrangeira mais falada (38 por cento dos cidadãos europeus dizem conseguir fazê-lo), mas, enquanto língua materna, já perdeu terreno para o Alemão. Um estudo do Laboratoire Européen d"Anticipation Politique (LEAP), responsável pelo site Europe 2020, confirma-lhe a decadência a prazo: dentro de uma geração, o Inglês estará reduzido à sua condição de língua veicular (língua internacional), cada vez mais pobre em vocabulário à medida que for diminuindo o número dos que o têm como idioma de origem.
O LEAP frisa que isso já está a acontecer. Nos EUA, devido sobretudo ao crescimento demográfico da comunidade hispânica. No Reino Unido e na Irlanda, por força do ressurgimento das línguas independentistas. Em alta, no futuro próximo, estará o Alemão. Mas também, de novo, o Francês, em grande parte devido a um forte crescimento demográfico. Na UE de hoje, encontram-se em segundo lugar enquanto língua estrangeira mais falada (14 por cento). Com seis por cento de adeptos, o Espanhol e o Russo são os outros idiomas mais conhecidos na União Europeia. Outras projecções: em 2025, o Espanhol será uma das línguas europeias internacionais, enquanto o Russo confirmará o seu lugar enquanto idioma veicular da Europa eslava.

C.V. no Público